Economia
Organismo Europeu de Luta Antifraude realizou quatro inquéritos em Portugal em 2025
Em causa estão "alegadas irregularidades relacionadas com os subsídios agrícolas da UE", refere o OLAF, que investiga casos de fraude que lesem o orçamento europeu.
O Organismo Europeu de Luta Antifraude (OLAF) recomendou, em 2025, que fossem recuperados quase 600 milhões de euros de fundos da UE “indevidamente utilizados”. Dos mais de 200 inquéritos encerrados por esta entidade, quatro foram levados a cabo em Portugal e dois resultaram numa recomendação de recuperação de fundos.
Segundo o relatório anual do OLAF, os inquéritos deste organismo impediram que, no ano passado, 18 milhões de euros suplementares fossem gastos indevidamente.
O relatório refere “inúmeros relatos de alegadas irregularidades relacionadas com os subsídios agrícolas da UE em diferentes Estados-membros”, nomeadamente Portugal, Grécia, Espanha ou França.
O trabalho do OLAF em 2025 abrangeu vários domínios, incluindo irregularidades financeiras complexas, comércio ilícito transfronteiras, infrações aduaneiras e fraudes ambientais. Nos últimos dez anos, o OLAF recomendou a recuperação de 8,3 mil milhões de euros que foram indevidamente gastos e aconselhou a proteção de 873 milhões de euros.
Os casos do ano passado envolveram também investigações a conflitos de interesses, manipulação de contratos públicos e custos inflacionados, assim como a evasões às sanções da UE contra a Rússia e a Bielorrússia.
Neste momento estão a decorrer 414 investigações do OLAF, cujos inquéritos internos pretendem assegurar que os membros das instituições cumprem os padrões de conduta profissional e integridade financeira.
Entre as operações mais relevantes apoiadas pelo OLAF no ano passado estão a que desmantelou uma rede de cigarros contrafeitos que operava entre Itália e Roménia; a que apreendeu mais de quatro mil bicicletas elétricas importadas ilegalmente na Irlanda; ou a que confiscou mais de 175 toneladas de agroquímicos falsificados na Ucrânia.
Segundo o relatório anual do OLAF, os inquéritos deste organismo impediram que, no ano passado, 18 milhões de euros suplementares fossem gastos indevidamente.
O relatório refere “inúmeros relatos de alegadas irregularidades relacionadas com os subsídios agrícolas da UE em diferentes Estados-membros”, nomeadamente Portugal, Grécia, Espanha ou França.
O trabalho do OLAF em 2025 abrangeu vários domínios, incluindo irregularidades financeiras complexas, comércio ilícito transfronteiras, infrações aduaneiras e fraudes ambientais. Nos últimos dez anos, o OLAF recomendou a recuperação de 8,3 mil milhões de euros que foram indevidamente gastos e aconselhou a proteção de 873 milhões de euros.
Os casos do ano passado envolveram também investigações a conflitos de interesses, manipulação de contratos públicos e custos inflacionados, assim como a evasões às sanções da UE contra a Rússia e a Bielorrússia.
Neste momento estão a decorrer 414 investigações do OLAF, cujos inquéritos internos pretendem assegurar que os membros das instituições cumprem os padrões de conduta profissional e integridade financeira.
Entre as operações mais relevantes apoiadas pelo OLAF no ano passado estão a que desmantelou uma rede de cigarros contrafeitos que operava entre Itália e Roménia; a que apreendeu mais de quatro mil bicicletas elétricas importadas ilegalmente na Irlanda; ou a que confiscou mais de 175 toneladas de agroquímicos falsificados na Ucrânia.